Categoria ‘Cana de Açúcar’

A Universidade Federal do Paraná realizou no dia 08/04/2010 em Maringá o lançamento de três variedades de cana-de-açúcar. O lançamento acontece às 9 horas, no Hotel Deville, localizado na avenida Herval, 26, Centro da cidade. As três variedades foram obtidas pelo Programa de Melhoramento da Cana-de-açúcar, ligado ao Departamento de Fitotecnia e Fitossanitarismo do Setor de Ciências Agrárias da UFPR. O programa faz parte da Rede Interuniversitária para o Desenvolvimento do Setor Sucroalcooleiro (Ridesa), uma rede formada por dez universidades federais e que realiza pesquisas com cana-de-açúcar. No dia do evento, será também lançado no estado o Catálogo de Variedades da Ridesa, que mostra as 78 variedades “RB” lançadas pelo Planalsucar e pela Ridesa. O catálogo foi editorado por professores da UFPR.

As três variedades que serão lançadas em Maringá são as seguintes: “RB946903″, “RB956911″ e “RB966928″.

Participam do lançamento o reitor da UFPR, Zaki Akel Sobrinho, o diretor do Setor de Ciências Agrárias da universidade, Amadeu de Bonna Filho, e os professores Edelclaiton Daros e João Bespalhok.

Fonte: Assessoria de Comunicação Social da Universidade Federal do Paraná

A medida, além de garantir o abastecimento do mercado local, afetado pela redução da oferta e o conseguinte aumento dos preços, foi recebida pela União da Indústria de Cana-de-açúcar (Unica) como “corajosa” e um “passo essencial para promover o livre-comércio das energias limpas”.

6 de abril de 2010 – A Câmara de Comércio Exterior (Camex) decidiu ontem eliminar a tarifa de 20% aplicada à importação de etanol, medida aplaudida pelos produtores brasileiros, que agora esperam uma resposta similar dos Estados Unidos.

A Camex anunciou a redução temporária para até o final de 2011, medida que entrará em vigor quando publicada em Diário Oficial, provavelmente ainda esta semana.

A medida, além de garantir o abastecimento do mercado local, afetado pela redução da oferta e o conseguinte aumento dos preços, foi recebida pela União da Indústria de Cana-de-açúcar (Unica) como “corajosa” e um “passo essencial para promover o livre-comércio das energias limpas”.

“É um grande passo na construção de um mercado global de biocombustíveis (…) e o Brasil, que é o maior produtor e exportador mundial de etanol de cana-de-açúcar, com 60% do mercado global, deve dar o exemplo e eliminar barreiras para os combustíveis limpos e renováveis”, diz um comunicado da Unica.

Segundo a entidade, os EUA impõem duas tarifas ao etanol importado do Brasil, com uma taxa de 2,5% e um adicional de US$ 0,1427 por litro, que resultam em um equivalente tarifário de 30%.

Fonte: www.ultimoinstante.com.br

Procedimentos para controle de praga da cana-de-açúcar estão em consulta pública

O projeto de instrução normativa que estabelece os procedimentos de Certificação Fitossanitária de Origem para prevenção e controle da praga broca-gigante-da-cana-de-açúcar (Telchin licus) está em consulta pública, desde

Mapa – Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – Imprensa

A decisão foi publicada no Diário Oficial da União (DOU), Portaria n° 80, da Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA).

Os vegetais e suas partes, quando provenientes de unidade da federação com ocorrência dessa praga, só poderão transitar para locais em que não houve sua detecção, mas com Permissão de Trânsito de Vegetais. Essa autorização, fundamentada em Certificação Fitossanitária de Origem, deve conter a declaração adicional: “A colheita e o monitoramento do local de produção cumpriram os procedimentos aprovados na instrução normativa para prevenção e controle da praga, não sendo detectada a sua presença”.

Monitoramento – Para descoberta da praga em canaviais é necessário avaliar, até quatro meses após a brota da cana-de-açúcar, no mínimo em dois pontos por hectare e, ainda vistoriar dez metros de linha ao redor de cada ponto. O objetivo é diagnosticar sintomas como morte da soqueira (moita de cana). As plantas com esse sintoma devem ser arrancadas e cortadas para verificação da presença de brocas (lagartas que danificam o interior do talo da cana-de-açúcar).

Os resultados da supervisão e os levantamentos de detecção devem ser encaminhados, em relatório impresso, a cada seis meses, ao Serviço de Sanidade Agropecuária da Superintendência Federal de Agricultura das unidades da federação. Após análises e parecer técnico, o documento será enviado à Secretaria de Defesa Agropecuária.

Praga – De acordo com o chefe da Divisão de Prevenção, Vigilância e Controle de Pragas, André Peralta, a broca-gigante-da-cana-de-açúcar restringia-se às regiões Norte e Nordeste, até julho de 2007, quando foi detectada no município de Limeira/SP. As condições favoráveis ao desenvolvimento da praga são temperaturas médias a elevadas e umidade alta.

As sugestões para o projeto em consulta pública devem ser encaminhadas, no prazo de 60 dias, para o e-mail dsv@agricultura.gov.br, pelo fax (61) 3218-2693 ou para o endereço: Departamento de Sanidade Vegetal – Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – Esplanada dos Ministérios, Bloco D, 3° andar – anexo B, sala 303, CEP: 70.043-900 – Brasília/DF.

Fonte: Portal do Agronegócio

O projeto de instrução normativa foi publicado no Diário Oficial da União (DOU), na Portaria N° 77, da Secretaria de Defesa Agropecuária.

Na proposta, o material vegetal de cana-de-açúcar e de bromélias oriundas dos estados de São Paulo, Minas Gerais e Paraná, onde ocorre a praga, pode transitar para outras unidades da federação que não tenham a praga, desde que acompanhados da Permissão de Trânsito de Vegetais (PTV), fundamentada em Certificado Fitossanitário de Origem. “O Certificado deve conter a seguinte Declaração Adicional: a colheita e o monitoramento do local de produção cumpriram os procedimentos aprovados na instrução normativa para prevenção e controle da praga, não sendo detectada sua presença”, explica a chefe do Serviço de Educação Fitossanitária, da Secretaria de Defesa Agropecuária, Amália Bernardes.

Pragas encontradas em locais de produção sem registros anteriores de ocorrência deverão ser notificadas à Superintendência Federal de Agricultura do estado ou diretamente à Secretaria de Defesa Agropecuária. Caberá ao órgão estadual de defesa agropecuária participante do Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária (Suasa) supervisionar o monitoramento para a Certificação Fitossanitária de Origem.

Durante os próximos 60 dias, as sugestões de entidades, órgãos e demais interessados deverão ser encaminhadas para o endereço eletrônico amalia.bernardes@agricultura.gov.br / andre.peralta@agricultura.gov.br, pelo fax (61) 3218-2693 ou para a Divisão de Prevenção, Vigilância e Controle de Pragas – Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Esplanada dos Ministérios, Bloco D, Anexo B, sala 332 – CEP: 70043-900, Brasília-DF.


Fonte: Portal do Agronegócio